sexta-feira, 30 de abril de 2010

Projeto do MoMA visa dar acessibilidade a pessoas com doenças que causam demência



domingo, 18 de abril de 2010

Algumas atividades da semana

O caderno Vida, de ZH, trouxe ontem alguns encontros programados para a semana:

Encontro sobre Alzheimer - O Grupo de Apoio aos Familiares de Doentes de Azheimer do Hospital Mãe de Deus, na Capital, realiza na segunda-feira encontro para debater como o familiar deve administrar o aspecto jurídico do portador de Alzheimer, os direitos e deveres sociais e isenção de imposto de renda sem pensões. O palestrante é o advogado José Bernardo de Medeiros Neto. Será das 14h às 16h, no auditório Ir. Maria Jacomina Veronese. Informações: www.abrazportoalegre.com.br
Cuidando o cuidador - O Núcleo de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Centro Estadual de Vigilância em Saúde promove a palestra Cuidando do Cuidador, com a argentina Myrtha Chokler, vice-presidente da Association Internationale Pikler Loczy, Será segunda-feira, das 9h às 12h, na Rua Domingos Crescêncio, 132/2ª andar. Entrada é gratuita, limitada ao número de vagas (70 ). Inscrição: dant@saude.rs.gov.br

terça-feira, 13 de abril de 2010

O Estatuto do Idoso


Particularmente para mim o Estatuto do Idoso ainda não só está longe de ser respeitado como ainda deixa dúvidas sobre casos como falta de capacidade de discernimento - e como identificá-la corretamente - e providências nas situações em que a pessoa coloque a si ou outros em situação insegura ou perigosa. Mas é um passo. A caminhada nós temos que fazer... 



Clique e conhecça o Estatuto do Idoso 



Câncer de mama, Gripe A e uso de crack e outras drogas são temas do Ciclo de palestras “Prevenção”

Até 22 de abril o Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul traz ao Quintas no Museu o Ciclo de Palestras “Prevenção”, às 18h30min na Sala Rita Lobato (av. Independência, 270, Centro), sempre com um médico presente para discutir temas como câncer de mama, Gripe A e uso de drogas, em especial o crack. A entrada é gratuita e aberta a toda a comunidade.

Na primeira semana, 08 de abril - Dia Mundial de Luta Contra o Câncer e um dia após o Dia Mundial da Saúde - a médica Beatriz Bohrer do Amaral falou sobre “Mitos e verdades sobre o câncer de mama”. Especialista em Diagnóstico por Imagem da Clínica Radimagem, que mantém o projeto “Mulher e Saúde”, Beatriz Amaral é também uma das responsáveis pela introdução no Rio Grande do Sul do método Linfonodo Sentinela importante passo para o combate ao câncer de mama. A médica foi uma das pioneiras no RS a usar metodologia de diagnóstico Densitometria Óssea, pioneirismo que foi destacadouma das médicas que foram destaque na exposição “Mulheres e Práticas de Saúde”, há dois anos.

Dra. Beatriz Amaral no MUHM



A segunda semana será dedicada a esclarecer dúvidas e falar sobre aspectos preventivos sobre a Gripe A, que possui calendário de vacinação em andamento para diversas faixas etárias da população. No dia 15 de abril a palestra "Doenças Emergentes e Reemergentes: Pandemia de Influenza A H1N1" será ministrada por Alethéa Sperb, médica pediatra sanitarista, Coordenadora do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde/Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS) da Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul.

O encerramento do ciclo, no dia 22, será com a palestra “Como enfrentar o crack?”, ministrada pelo médico psiquiatra Felix Henrique Kessler, vice-diretor Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas do Hospital de Clínicas/UFRGS. Kessler é doutorando em Psiquiatria pela universidade, onde é convidado do departamento de Psiquiatria desde o ano 2000. Especialista em dependência química, coordenou o núcleo da área na Sociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul e supervisiona a internação do programa de álcool e drogas do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Ganhador de prêmios por trabalhos científicos pela Associação Brasileira de Estudos sobre o Álcool e Outras Drogas (ABEAD), da qual é membro efetivo.



Lembranças da infância


Eu não lembro que idade eu tinha, nem que música estava tocando, mas lembro que era um LP - ou até pode ser que fosse um EP - da minha mãe com Palito Ortega cantando. Só sei que tinha um ritmo triste e que ali, com ela, foi a primeira vez que lembro de me dar conta de que, um dia, momentos como este não serão mais possíveis. Triste, mas bonito de lembrar. De lá para cá, descobri que ele foi até governador e senador na Argentina, e o tempo, afinal, também passou para ele.